Playlist: Viagem Sônica com o Audio Dream AD8
Playlist: Viagem Sônica com o Audio Dream AD8
(Jazz, Fusion, Rock & Toques Brasileiros)
1. Jazz Clássico & Contemporâneo
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Miles Davis – “So What” (1959)
Por quê? A suavidade dos metais e o contrabaixo acústico ganham textura orgânica no AD8, com os mids destacando a respiração da trompete. -
John Coltrane – “My Favorite Things” (1961)
Destaque: Os agudos do saxofone mantêm brilho sem aspereza, graças ao controle do driver de celulose. -
Azymuth – “Jazz Carnival” (1975)
Toque brasileiro: O fusion jazz nacional combina com o AD8, realçando a levada do piano elétrico e a percussão.
2. Fusion & Prog Mastery
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Greg Howe – “Jump Start” (1993)
Por quê? Os solos de guitarra vertiginosos de Howe são reproduzidos com separação instrumental impecável, sem perder a “pegada” rítmica. -
Al Di Meola – “Mediterranean Sundance” (1976)
Destaque: Os violões flamencos ganham corpo e detalhamento, explorando a resposta rápida do AD8. -
Return to Forever – “Spain” (1972)
Fusion clássico: A complexidade de Chick Corea brilha com os mids calorosos do fone.
3. Rock Energético & Melódico
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Gotthard – “Lift U Up” (2012)
Por quê? Os vocais potentes de Nic Maeder e os riffs de guitarra soam diretos e envolventes, sem sufocar os detalhes da bateria. -
Deep Purple – “Highway Star” (1972)
Destaque: O órgão Hammond e os solos duelam com clareza, mantendo a energia crua. -
Porcupine Tree – “Trains” (2002)
Rock progressivo: A layering de guitarras acústicas e elétricas revela a profundidade do soundstage do AD8.
4. Surpresas Transgêneros
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Snarky Puppy – “Lingus” (2014)
Fusion moderno: A precisão rítmica do AD8 captura cada groove do baixo e dos teclados. -
Rush – “YYZ” (1981)
Rock instrumental: A bateria de Neil Peart e os synths ganham camadas distintas. -
Tribal Tech – “Face First” (1993)
Jazz-rock técnico: Ideal para testar a separação entre baixo fretless e guitarra.
5. Bônus: O Toque Brasileiro no AD8
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Hamilton de Holanda – “Lá Vem a Fogaça” (2010)
Bandolim virtuoso: Os agudos delicados e os mids orgânicos do AD8 fazem justiça ao instrumento. -
Banda Black Rio – “Maria Fumaça” (1977)
Soul-jazz nacional: Os metais e o groove da bateria soam contagiantes. -
Boogarins – “Erre” (2017)
Rock psicodélico brasileiro: A textura “analógica” do AD8 complementa a mixagem retro.
Por Que Essa Playlist Funciona no AD8?
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Graves Maciços ≠ Confusão: O driver de celulose trata bem o baixo acústico (jazz) e as distorções de rock sem borrar os detalhes.
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Mids “Vira-lata”: A ênfase natural em médios favorece vocais, saxofones e guitarras, típicos dos gêneros escolhidos.
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Agudos Não-fatigantes: Ideal para sessões longas de fusion ou prog, onde a complexidade exige equilíbrio.
Dica: Use arquivos em FLAC ou Hi-Res para aproveitar a resolução do AD8.
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